Postado em 14 de abril de 2014, às 16:46.

União das oposições é oficializada em ato que reúne mais de mil pessoas

PS e ACM Neto“A união das oposições atendeu o desejo e o sentimento do povo da Bahia. Assim, estamos começando bem a execução de um projeto que pretende renovar as esperanças dos baianos”, afirmou Paulo Souto durante o ato de lançamento oficial dos pré-candidatos da chapa majoritária oposicionista às eleições deste ano, no Sheraton Hotel da Bahia, na manhã desta segunda-feira (14). “Estamos unidos em defesa da Bahia!”, reiterou.

Em evento que reuniu mais de mil pessoas, lotando toda a área de convenções do hotel, os pré-candidatos Paulo Souto (Democratas) ao governo, Joaci Góes (PSDB) a vice e Geddel Vieira Lima (PMDB) ao Senado Federal receberam o apoio dos prefeitos ACM Neto, de Salvador, e José Ronaldo, de Feira de Santana, dos deputados federais Jutahy Jr.e Lúcio Vieira Lima, do ex-prefeito João Gualberto, José Carlos Aleluia, além de deputados estaduais, vereadores, líderes e militantes do Democratas, PSDB, PMDB e outros partidos de todo o estado.

O senador Aécio Neves (PSDB), pré-candidato à presidência da República, também prestigiou a oficialização da unidade das oposições baianas. Em discurso, destacou que, com seu gesto de desprendimento em abrir mão da candidatura ao governo e integrar a chapa para disputar o Senado, Geddel escrevia seu nome na história política do Brasil.

Aécio afirmou ser Paulo Souto um pré-candidato honrado, trabalhador e sério. “A história de Paulo Souto é conhecida e aplaudida em todo o Brasil”. Lembrou ainda dos tempos em que foi colega de Joaci no Congresso Nacional, durante a Constituinte, para ressaltar a competência do pré-candidato a vice.

Ao elogiar a gestão do prefeito de Salvador, Aécio disse que ACM Neto era o mais preparado e completo homem público de sua geração. ”Agora está servindo a Bahia, mas brevemente estará servindo o Brasil com sua competência”, afirmou numa insinuação de que o baiano poderá brevemente estar na disputa do Palácio do Planalto.

Ao mencionar as palavras “competência, paciência e sorte”, ditas antes por Joaci Góes como necessárias ao êxito na vida pública, ACM Neto lembrou da necessidade de construir a política com pessoas que colocam os interesses coletivos acima dos individuais. E aproveitou para dizer que tanto Geddel quanto Paulo Souto tinham legitimidade na reivindicação da candidatura ao governo.

“Mas Geddel demonstrou espírito público e nos deu uma lição de desprendimento e desapego ao aceitar disputar o Senado. Coragem e determinação não faltarão a ele para vencer mais esta batalha na qual estaremos juntos. Paulo Souto é Geddel! E Geddel é Paulo Souto!”, conclamou Neto.

Emocionado Geddel deu voz a sua verve, desconstruindo de saída o discurso dos adversários petistas de que venceriam Paulo Souto fazendo comparações entre os governos. “Para eles, vai ser difícil. Para nós, será fácil, quando compararmos o governo deles com o deles mesmos, comparando o que se passa na tevê com o que a gente vê na realidade”.

Postado em 10 de abril de 2014, às 18:02.

Democratas convida

Democratas convida

Postado em 10 de abril de 2014, às 11:30.

Oposição unida anuncia chapa para as eleições deste ano

CHAPAAtendendo à expectativa de toda a Bahia, a oposição vai caminhar unida rumo às eleições majoritárias deste ano. Hoje pela manhã, com a presença do prefeito ACM Neto, foi selada a união das oposições, que culminou com uma aliança histórica e a composição da mais forte chapa para disputar e vencer o pleito eleitoral, colocando os interesses da Bahia em primeiro plano.

Vale destacar que os partidos da oposição tiveram a capacidade e a maturidade de somar forças para apresentar um projeto alternativo e conjunto, cujo principal foco é fazer com que o Estado retome o caminho do desenvolvimento econômico, social e a liderança que sempre teve no Nordeste.

A chapa que une toda oposição é formada pelo ex-governador Paulo Souto, do Democratas, como candidato ao governo; pelo ex-ministro e presidente regional do PMDB, Geddel Vieira Lima, que vai disputar o Senado; e pelo empresário, político e escritor Joaci Góes, do PSDB, para a vaga de vice-governador.

A chapa será oficialmente apresentada à Bahia em evento a ser realizado na próxima segunda-feira (14).

Postado em 9 de abril de 2014, às 14:25.

Mulher Democratas: 10/04 Reunião do Núcleo

Mulher Democratas

Postado em 31 de março de 2014, às 13:17.

O DEMOCRATAS fundamental para a volta da Democracia

AgripinoHoje completam 50 anos do movimento militar que instaurou uma ditadura de 21 anos no país. Hora de relembrar a atuação do PFL, hoje Democratas, na volta da democracia.  Se não fosse o partido, a ditadura poderia teria durado no mínimo mais quatro anos. O PT, é preciso dizer com todas as letras, votou não pela volta da democracia no Brasil. 

 A data de hoje marca os 50 anos do movimento militar que derrubou o presidente João Goulart do poder.

Fundado em 1980, o PT tenta passar uma visão maniqueísta dessa história. Busca convencer o distinto público que seus atuais integrantes desde sempre estiveram ao lado da democracia enquanto a maioria de seus adversários políticos defenderam o regime de exceção.

Nada mais falso. A verdade é que, infelizmente, naquele final de março de 1964 poucos grupos políticos no Brasil apostavam na continuidade da democracia.

Apoiaram o golpe personalidades tão díspares como o ex-deputado Ulysses Guimarães, o economista e conselheiro de Lula, Delfim Neto, o editor da revista Carta Capital, Mino Carta, o jornalista Alberto Dines, assim como a maioria dos jornais brasileiros. Confira na coluna de Demétrio Magnoli na Folha de S. Paulo.

Grupos de esquerda que hoje se vangloriam de ter defendido a democracia na verdade participavam de grupos de esquerda que sonhavam em implantar o totalitarismo no Brasil. Caso o projeto delirante tivesse vingado, o Brasil teria se tornado uma Coreia do Norte tropical.

Absolutamente nada justifica a tortura, os abusos as barbaridades e os abusos sofridos por Dilma Rousseff nos porões da ditadura. Mas isso não significa que a história deva ser vista com os olhares maniqueístas:

A presidente Dilma participava do grupo VARpalmares, que se autointitulava “uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo“. Ou seja, nada mais longe da democracia.

Mas a história não parou por aí.

Em 1984, após o frustrado movimento Diretas Já!, líderes políticos como o vice-presidente da República, Aureliano Chaves,  o então governador do RN, José Agripino, o ex-governador de Pernambuco, Marco Maciel, o ex-governador Antonio Carlos Magalhães, o senador por SC, Jorge Bornhausen, abriram uma dissidência no partido que sustentava o governo, o PDA, e apoiaram a candidatura oposicionista de Tancredo Neves contra Paulo Maluf na eleição indireta de janeiro do ano seguinte.

Sem essa dissidência, que recebeu o nome de Aliança Liberal, Paulo Maluf teria vencido as eleições e a ditadura poderia ter durado no mínimo mais longos quatro anos. A aliança foi fiadora da volta da democracia. 

Da aliança liberal surgiu o PFL. Do PFL surgiu o DEMOCRATAS. Já o PDS se manteve e hoje é o PP, que está na base do governo Dilma, por enquanto.   

O mais grave nessa história, no entanto, é que o Partido dos Trabalhadores, que se posa como um autêntico democratas, se recusou a apoiar Tancredo Neves no Colégio Eleitoral de 1985.

E não foi só. O Partido expulsou três parlamentares que resolveram votar em Tancredo: Ayrton Soares, Beth Mendes e José Eudes. Confira na coluna de Eliane Catanhêde escrita em 2002. A conclusão é cristalina. O PT disse não à volta da democracia no Brasil.

Por isso tudo, soa incoerente e factualmente equivocados quando petistas aqui e ali resolveram se relembrar a data de hoje colocando Dilma como uma grande defensora da Ditadura e José Agripino como do outro lado.

Enquanto a presidente Dilma tem marcado sua gestão na defesa de ditaduras como a de Cuba, o senador José Agripino já tem no seu currículo papel crucial pela volta da democracia no Brasil. Agripino, de fato, foi prefeito escolhido de Natal em 1979. Aprovado pela população foi eleito governador de seu estado em 1982 e 1990 e senador em 1986, 1994, 2002 e 2010. Difícil alguém que tenha mais atestados de democracia.

O Democratas tem na democracia uma cláusula fundamental de seu estatuto.